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Grupo de WhatsApp ligado a partido Político ameaça empresários, Advogados, e radialistas em Sousa; o Caso já está na delegacia

Circulou na rede social uma lista contendo nomes de empresas, empresários, Advogados, Policiais, Dentistas, radialistas considerados contrários ao candidato

Circulou na rede social uma lista contendo nomes de empresas, empresários, Advogados, Policiais, Dentistas, radialistas considerados contrários ao candidato do Partido dos Trabalhadores a Presidente da República.

A Lista colocada no Grupo WhatsApp ligado a membros do Partido dos Trabalhadores no âmbito municipal de Sousa inicia dizendo: “Lista das Empresas e algumas pessoas de Sousa que não votam no PT”,

Após citar nomes de advogados, Laboratório, Dentistas, empresários, lojas, radialistas, o conteúdo sugere que “não compre nestas Empresas”.

Em outra parte, a mensagem conclui com frases consideradas ameaçadoras aos profissionais: “Precisamos fazer alguma retaliação, quem sabe até quebrar algumas vidraças destes playboys safados, filhinhos de papai que não respeitam a democracia, o nosso partido é superano, será que eles não entendem isso”.

Essas mensagens foram entregues na manhã desta segunda-feira (22), na Superintendência da Polícia Civil de Sousa por Empresários pedindo imediata. providências.

Outro lado

Um dos membros do Partido dos Trabalhadores na Cidade de Sousa, Dr. Francisco Valdomiro Gomes, “Chiquinho do PT”, procurou a Rádio 104 FM, declarou no FM Alerta que as mensagens expostas no Grupo de WhatsApp na Cidade de Sousa não partiram de membros PT. “Isso é Fake News”, disse.

- Só vou afirmar que não partiu de nenhum membro do Partido dos Trabalhadores. É Fake News. Isso está acontecendo nas redes social. Isso é uma coisa absurda. Quero me dirigir especialmente aos Empresários de Sousa, que fiquem sossegados que ninguém do Partido dos Trabalhadores tem essa pretensão de quebrar o que quer que seja. Nós respeitamos o direito do outro, até de fazer política contrária a nós, defendeu.

No final, Chiquinho pediu que as autoridades investiguem a fundo essa questão, e punam os culpados.

 

 

Repórter PB

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