
15/10/2026 às 17:00
A campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) protocolou uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acusando a chapa formada por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB) de abuso de poder econômico, político e uso indevido dos meios de comunicação.
O processo aponta o suposto financiamento irregular e o uso indevido de estruturas físicas, financeiras e digitais de sindicatos, movimentos sociais e entidades estudantis para alavancar a candidatura do atual presidente no segundo turno.
Na petição, os advogados sustentam que entidades como a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a União Nacional dos Estudantes (UNE), o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) vêm atuando como "comitês eleitorais informais".
Entre os elementos apresentados à Corte, a defesa citou uma declaração de Luiz Allan Kunzle, diretor da Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná (APUFPR), referente a supostos repasses de recursos sindicais para apoiar a campanha petista pelo país.
Diante das acusações, a coligação de Flávio Bolsonaro solicitou liminarmente a proibição do uso de sedes, redes sociais e recursos dessas entidades para fins eleitorais, além do recolhimento de relatórios contábeis. No mérito, a representação pede a cassação do registro ou diploma da chapa governista e a declaração de inelegibilidade dos envolvidos.
A representação aguarda análise e deliberação dos ministros da Justiça Eleitoral.
Fonte: Repórter PB
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