A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta sexta-feira (4) a análise de um recurso que solicita a revogação da prisão preventiva do Padre Egídio de Carvalho Neto, atualmente em regime domiciliar. A relatora do caso, ministra Cármen Lúcia, votou pela manutenção da medida.

No voto, a ministra destacou que a prisão preventiva é necessária para interromper ou reduzir a atuação de organizações criminosas, citando que decisões anteriores em outras instâncias já reconheciam essa necessidade.

“A necessidade de se interromper ou diminuir a atuação de integrantes de organização criminosa enquadra-se no conceito de garantia da ordem pública”, destacou a magistrada.

O julgamento segue em andamento e os demais ministros da Turma — Flávio Dino, Luiz Fux, Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin — têm até a próxima sexta-feira (11) para apresentarem seus votos.