
Esse tipo de prática contra a mulher pode ocorrer por meios físicos, psicológicos, financeiros, sexuais, entre outros. É responsabilidade de todos nós construir a rede de apoio capaz de auxiliar mulheres vítimas de violência a quebrar este triste ciclo.
A jovem estudante Mariana Thomas de Oliveira que foi brutalmente assassinada e estuprada pelo seu namorado está entre as inúmeras vítimas do feminicídio em nosso estado, fato como este nos obriga a reconhecer que a violência contra as mulheres não pode avançar e ser tratado apenas como estatística.
Ações de repressão a possíveis agressores é cada vez mais necessário e urgente, por isso é importante a divulgação por meios diversos dos sites e locais de consulta de antecedentes criminais de terceiros.
A estudante Mariana Thomas de Oliveira poderia ter tido uma chance de viver se por acaso tivesse tido acesso as informações do histórico de agressões do seu namorado, por isso, as redes de apoio e orientação são essenciais para que as mulheres tenham acesso as informações e os antecedentes criminais daqueles que se relacionam e assim possam se encorajar a denunciar agressores para quebrar o ciclo de violência que vivem, este é o intuito da nossa proposta, sendo mais uma ferramenta na busca da proteção das mulheres paraibanas.