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Prefeito de Bayeux se livra da cassação por 2/3 necessário; Votação foi até a madrugada

A cassação de Berg era solicitada por causa do pagamento de adicional noturno a guardas municipais que não teriam trabalhado à noite

O prefeito de Bayeux, Berg Lima, escapou de mais um pedido de cassação na madrugada desta sexta-feira, 24. Em uma sessão que durou cerca de 13 horas, o gestor se livrou da acusação porque os 2/3 necessários para tirá-lo do cargo não foram alcançados. Desta vez, os vereadores discutiram se o pagamento de adicional noturno, mesmo a quem trabalha durante o dia, foi legal ou não. Outros dois pedidos de cassação contra o prefeito ainda tramitam na Câmara Municipal.

A cassação de Berg era solicitada por causa do pagamento de adicional noturno a guardas municipais que não teriam trabalhado à noite. Outros dois pedidos de cassação contra o prefeito ainda tramitam na Câmara Municipal.

O presidente da Câmara de Bayeux, Jefferson Kita, havia dito na manhã de ontem que não acreditava que a cassação fosse aprovada. Ele acusou o prefeito de ter promovido o “confinamento” dos sete componentes da base governista e também de enviar servidores públicos para pressionar os vereadores a rejeitarem a denúncia contra ele que contava com mais de duas mil páginas e foi lida na íntegra durante a sessão. Com parlamentopb

Repórter PB

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