Agora é a hora da Onça beber água na Política da Paraíba.


Terminou o prazo da janela eleitoral, tempo estabelecido pela Legislação para que os postulantes a cargos eletivos em 2022 pudessem se agrupar em legendas que lhe deem acomodação, e segurança jurídica nesta eleição.


O troca-troca de legenda foi grande, e em alguns instantes emocionantes por parte dos atores desde jogo que soltaram gatos e lagartos em cima de seus adversários na busca do melhor apoio.


Na Paraíba, o caldo engrossou, quando o assunto foi, e é a vaga de senador. Dois postulantes, hoje considerados fortes, Efraim Filho, e Aguinaldo Ribeiro foram as últimas instancias para se manterem equilibrados na disputa, quando o contexto é apoio de lideranças na Paraíba.


A queda de braço levou Efraim a se distanciar do Governador João Azevedo para buscar apoio e segurança na eleição no Grupo Cunha Lima que lançou o Deputado Federal, Pedro como pré-candidato ao Governo do Estado.


Aguinaldo ficou na base do Governo João Azevedo, porém cobrando unidade de Grupo ao Republicanos de Hugo Motta que fechou para Senado com Efraim em qualquer cenário, mesmo sendo ligado ao Governador João Azevedo.


A preço de hoje, domingo (03), não há confirmação segura, ou confiável que Aguinaldo deva mesma disputar a vaga para Senador na Paraíba, justamente a dúvida aumenta após desistência do Prefeito de Esperança Nobinho Almeida (Progressistas), desistiu de renunciar ao mandato para disputar uma vaga na Câmara Federal nas eleições desse ano e vai permanecer no cargo de gestor municipal, para o qual foi eleito em 2020.


Em declaração em áudio divulgado a Imprensa, Nobinho Almeida justifica sua desistência: “Diante disso a minha decisão é de desistir da candidatura de deputado federal, porque minha esperança era que o governador anunciasse até ontem que era o prazo que eu tinha Aguinaldo como Senador”.


O cenário agora começa apontar de fato os personagens desta disputa eleitoral na Paraíba em 2022. Porém vai se esperar os desdobramentos de todas as articulações feitas por partidos políticos na busca de agregar lideranças, e para onde deve a maré seguir nos próximos dias.


Até as convenções ainda faltam quatro meses. É aguardar. Daqui pra lá tem muita coisa para acontecer, inclusive nada.


Tenho Dito


Pereira Jr.
Editor do Portal REPORTERPB, Comunicador, Apresentador, Analista Político, e Articulista