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Falsários 2: PC, MPPB e Sefaz prendem acusado de integrar esquema de venda de notas fiscais falsas para sonegar impostos

Foi cumprido um mandado de prisão preventiva em desfavor de Diego André Barreira Fonseca, acusado de integrar o esquema que vendia notas fiscais para sonegar tributos.

A Delegacia de Crimes Contra Ordem Tributária da Polícia Civil e a Promotoria de Justiça de Crimes Contra a Ordem Tributária do Ministério Público da Paraíba, em parceria com a Secretaria de Estado da Fazenda, deflagraram, nesta quinta-feira (18/07), a segunda fase da Operação Falsários. Foi cumprido um mandado de prisão preventiva em desfavor de Diego André Barreira Fonseca, acusado de integrar o esquema que vendia notas fiscais para sonegar tributos, lesando os cofres públicos.

De acordo com as investigações, ficou comprovado que o preso constituiu diversas empresas, utilizando documentos falsos e, através destas, fraudou a arrecadação estadual. Em apenas uma das empresas, na qual o investigado se apresenta como Diego Barbosa Fonseca, há uma dívida superior a R$ 4 milhões. Além disso, também ficou comprovado que as empresas eram utilizadas para a captação de empréstimos bancários e financiamentos, configurando, além das fraudes fiscais, o crime de estelionato.

Primeira fase

A primeira fase da Operação Falsários foi deflagrada no último dia 7 de abril, também pela PC, MPPB e Sefaz, em parceria com a Unintelpol e Receita. Durante as diligências foi cumprido o mandado de prisão preventiva contra José Barreiro Maia Filho, tio de Diego. Conforme apurado no inquérito policial, o investigado possuía, pelo menos, seis CPFs constituídos com documentos falsos.

Em uma das empresas existe um débito superior a R$ 15 milhões com a Receita Estadual. Estima-se que o esquema tenha acarretado prejuízos superiores a R$ 30 ao Estado. O investigado é processado pelo crime de estelionato, sendo réu com um de seus documentos falsos com o nome de José Barreira de Maia Filho.

Repórter PB

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