Crise

Geração de emprego formal cai em maio e é a pior do ano

A criação de 33,7 mil empregos com carteira assinada no mês passado caiu em relação a maio de 2017, quando foram gerados 34,3 postos de trabalho

O Brasil registrou, em maio, o pior resultado do emprego formal em 2018, de acordo com dados do Ministério do Trabalho. A criação de 33,7 mil empregos com carteira assinada no mês passado caiu em relação a maio de 2017, quando foram gerados 34,3 postos de trabalho. Apesar da pequena diferença, foi a primeira vez que um resultado mensal em 2018 ficou abaixo do patamar de 2017.

Nos primeiros meses do ano, o presidente Michel Temer comemorou a criação de mais empregos que em 2017. Quando o governo divulgou a criação de 115 mil empregos em abril, que foi o melhor resultado para o mês desde 2013, Temer comemorou em rede social: "Os defensores da crise perderam. O otimismo voltou", escreveu no Twitter.

Nesta quarta-feira (20), o presidente antecipou o resultado na rede social, mas não chegou a fazer uma avaliação dos números. Os dados do Ministério do Trabalho mostram que o saldo positivo em maio foi puxado pela agropecuária, com criação de 29,3 mil vagas, e serviços, com 18,6 mil. A construção civil fez 3,2 mil novas contratações.

O pior resultado foi registrado no comércio, que encerrou 11,9 mil empregos. Em seguida, aparece a indústria de transformação, cujas demissões superaram as contratações em 6,5 mil. Entre as regiões, Sudeste e Nordeste registraram saldos mais altos, de 30,8 mil e 10,7 mil, respectivamente. O Norte teve resultado positivo de 1,6 mil e o Centro-Oeste, de 3,9 mil. O Sul foi o único que fechou vagas (13,4 mil). Com informações da Folhapress.

Repórter PB

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