
Conforme professor Antônio Andrade Irmão, presidente do SINEPEC, a proposta inicial apresentada pelo SINEPEC assegura todos os direitos sociais em vigor, estando pendentes apenas, a definição quanto as datas e horários das assembleias liberadas, como também as homologações das rescisões, que foram extintas pela reforma trabalhista.
Quanto à questão financeira, a proposta apresentada, de acordo com Andrade, contempla a reposição da inflação mais produtividade, que chega a 3,3 %, maior do que o reajuste do salário mínimo que foi de 1.8%. “Propomos um piso salarial de R$ 703, muito próximo ao piso pago pelo estado, que é de R$ 760”, afirmou.
Conforme garantiu o presidente do SINEPEC, na próxima sexta-feira, dia 18, as escolas privadas de Campina Grande irão abrir normalmente, para receber alunos e professores, sejam eles sindicalizados ou não e que, segundo ele, não compactuem com o processo de radicalização promovido pelo Sindicato dos Professores.
“Reiteramos a disposição para o diálogo, mas não podemos aceitar posicionamentos que vão de encontro ao grave momento econômico pelo qual passa o país”, assegurou, acrescentando que atitudes radicais como essa, tomadas pelo Sindicato dos Professores, só agravam a atual situação econômica brasileira.