
25/09/2026 às 16:00
As aplicações no Tesouro Direto registraram o volume recorde de R$ 15 bilhões em agosto de 2026, atingindo o maior patamar de vendas da série histórica do programa para um único mês. O período contabilizou 1,32 milhão de operações efetuadas pelos aplicadores.
Apesar do recorde nas emissões, os resgates e vencimentos somaram R$ 17,22 bilhões, gerando uma captação líquida negativa de R$ 2,21 bilhões para a Secretaria do Tesouro Nacional. O resultado de retiradas foi impactado pelo vencimento de títulos do Tesouro IPCA+ e Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais programados para 2026, que juntos somaram R$ 12,8 bilhões desembolsados ao público.
No tocante às escolhas dos investidores, os títulos pós-fixados indexados à taxa Selic lideraram o volume de vendas, somando R$ 7 bilhões (46,9% do total emitido). Os papéis atrelados à inflação (IPCA) representaram R$ 5,5 bilhões (36,3%), enquanto os títulos prefixados captaram R$ 2,5 bilhões (16,7%). O perfil dos aportes permaneceu pulverizado: 55,7% das operações tiveram valor de até R$ 1 mil.
O estoque total do Tesouro Direto encerrou o mês estabilizado em R$ 272 bilhões, o que representa uma expansão de 43% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O número de investidores ativos que possuem recursos na modalidade avançou para 3,83 milhões, acumulando uma expansão de 21,7% em 12 meses.
Fonte: Repórter PB
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