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Operação Midas

FICCO combate organização criminosa em seis estados

Durante a operação, foi identificada a remessa de grande quantidade de drogas e de armas do estado do Rio de Janeiro para a Bahia. Em sentido inverso, constatou-se o envio de dinheiro e de maconha da Bahia para o Rio de Janeiro.

Da Redação Repórter PB

31/03/2026 às 08:15

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Imagem Operação Midas deflagrada pela FICCO

Operação Midas deflagrada pela FICCO ‧ Foto: Reprodução/PF

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A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Ilhéus (FICCO/Ilhéus) deflagrou a Operação Midas, nesta terça-feira (31/3), com o objetivo de desarticular organização criminosa voltada à prática dos crimes de tráfico de drogas, de comércio ilegal de armas e de lavagem de dinheiro.

A investigação, iniciada há mais de dois anos, no município de Camacan/BA, permitiu identificar a ramificação da organização criminosa em diversos municípios baianos e em outros estados da Federação.

Ao todo, estão sendo cumpridos 33 mandados judiciais, sendo 20 mandados de busca e apreensão e 13 de prisão, nos estados da Bahia (Camacan, Itabuna, Salvador, Irecê, Luís Eduardo Magalhães, Serrinha, Senhor do Bonfim e Andorinha), de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Minas Gerais (Unaí), de Pernambuco (Petrolina) e de Sergipe (Aracaju).

Durante a operação, foi identificada a remessa de grande quantidade de drogas e de armas do estado do Rio de Janeiro para a Bahia. Em sentido inverso, constatou-se o envio de dinheiro e de maconha da Bahia para o Rio de Janeiro.

No decorrer das investigações, foram localizados três lugares destinados ao cultivo de maconha no interior do município de João Dourado/BA, com plantio de variedade geneticamente modificada.

Durante ação, foram erradicados e incinerados milhares de pés de maconha, localizados em três áreas de cultivo ilícito, totalizando um montante superior a 15 toneladas da droga. Também foi promovida a destruição do maquinário ilícito empregado na prática criminosa, evidenciando o desmantelamento completo da estrutura de produção ilícita. Veículos utilizados no transporte da droga também foram apreendidos.

A organização criminosa utilizava, ainda, diversas contas de pessoas físicas e jurídicas para dissimular a origem do dinheiro proveniente do tráfico de drogas e para dificultar seu rastreamento.

Ação ocorreu de forma integrada, com a participação do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais da Bahia.

FICCO/Ilhéus é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Militar, pela Polícia Civil e pela Polícia Penal.

Fonte: Repórter PB

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