
Todos os Tribunais de Justiça do País passarão pelo procedimento, já computados os dois últimos Estados (Bahia e Paraná), marcados para a segunda quinzena de julho. Em média, as inspeções se desenvolveram ao longo de uma semana em cada Estado, com exceção de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, que se estenderam por duas semanas devido ao grande número de unidades administrativas e judiciais.
A inspeção paulista foi realizada por uma equipe de 34 pessoas, entre magistrados e servidores. No Estado, foram averiguadas 167 unidades, entre setores administrativos, gabinetes de desembargadores, precatórios, varas e juizados. No Rio de Janeiro, estavam envolvidas 26 pessoas (magistrados e servidores) e foram inspecionadas 140 unidades.
Em Minas Gerais, foram mobilizadas 26 pessoas (magistrados e servidores) para inspecionar 100 setores. Já na inspeção gaúcha, que teve 96 unidades averiguadas, participaram 27 pessoas (magistrados e servidores).
Em 2016 (de agosto a dezembro), foram gastos R$127.627,22 com inspeções, correições, diligências e oitivas. Em 2017 e 2018 (até julho), foram desembolsados R$ 909.614,29 e R$ 906.909,06, respectivamente. Os valores envolvem pagamento de diárias a juízes e servidores. Os relatórios de doze inspeções já foram encaminhados para conhecimento dos conselheiros do CNJ.