Desviar, ironizar, inverter a culpa; o que o debate revela sobre as brigas conjugais
Quantas vezes você já tentou expor um incômodo ou fazer uma pergunta sobre algo que seu marido ou namorado fez e se percebeu, horas depois, inundada de angústia, impotência e dúvida? Dúvida da pergunta que ficou sem resposta e da legitimidade do próprio incômodo. Afinal, ao questionar por que ele não apareceu na reunião da escola do filho de vocês nem atendeu o celular, você ouviu: "Você sabe o dia que eu tive hoje? O quanto eu me esfolo para pagar a escola que você fez questão?!"; "A mãe do ano não pergunta, só cobra, né? Todo pré-adolescente tem problema. Para que reunião?"; "Se você não fosse tão paranoica com ele e comigo, teriam menos reuniões". Leia mais (10/21/2026 - 12h00)
Deseja ler o conteúdo completo na íntegra?
Acesse a matéria original diretamente na fonte parceira: Folha Uol.