
04/04/2026 às 12:05


Segundo a agência, o chefe da Organização Portuária deve tomar as providências necessárias para permitir a passagem desses navios. Foi feita uma lista de navios considerados “relevantes” nesse contexto e as empresas associadas a esse tipo de transporte deverão receber uma carta do governo iraniano tratando da autorização de passagem por Ormuz.
Posteriormente, o Irã abriu a passagem a navios com bandeiras de nações consideradas não hostis. Ou seja, países que não participem nem apoiem os ataques de Israel e dos Estados Unidos teriam a passagem liberada. Desde a última quinta-feira (2), embarcações oriundas da França, Omã e Japão cruzaram o estreito de Ormuz.
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a falar em abrir a passagem à força, para permitir o trânsito de navios petroleiros. O plano seria atacar usinas de energia do Irã até que Ormuz fosse aberta. Dias depois, no entanto, o presidente dos EUA chamou a imprensa para falar sobre o conflito e também falou sobre o assunto, mudando o tom.
Trump declarou que os EUA não dependem do óleo comercializado por essa via disse que países que dependem devem se responsabilizar pelo acesso do canal marítimo. “Os Estados Unidos importam quase nenhum petróleo pelo Estreito de Ormuz — e não importarão no futuro. Não precisamos disso”.
O Estreito de Ormuz é uma das principais rotas marítimas do planeta, responsável por conectar o Golfo Pérsico ao Oceano Índico. A via é estratégica para o transporte de petróleo e produtos agropecuários. O fechamento da passagem tem impacto direto no comércio global.
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