
02/04/2026 às 17:26


Segundo o jornal argentino La Nácion, a advogada pousou em Buenos Aires na noite desta quarta-feira (1). O caso aconteceu em janeiro deste ano.
Ainda de acordo com a promotoria, ela voltou a fazer ofensas racistas para outros dois funcionários do bar. O motivo teria sido uma suposta cobrança indevida na conta.
Os relatos das vítimas foram confirmados por declarações de testemunhas, imagens do circuito interno do bar e outros registros produzidos no momento dos fatos.
A acusação rejeitou a justificativa apresentada pela denunciada de que os gestos eram meras brincadeiras dirigidas às amigas.
À imprensa argentina, Agostina disse estar arrependida do que fez.
A Justiça do Rio de Janeiro autorizou o retorno da advogada após o pagamento de fiança de R$ 97 mil, o equivalente a 60 salários mínimos.
Ela teve o passaporte devolvido e a tornozeleira eletrônica retirada.
A injúria racial, equiparada em 2023 ao crime de racismo, tem como penalidade a reclusão de dois a cinco anos, além de multa, e é imprescritível. A pena será aumentada quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas ou por funcionário público no exercício de suas funções, bem como quando ocorrer em contexto de descontração, diversão ou recreação.
*Com informações da Agência Brasil.
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