
A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, explica que o Hospital do Bem só atenderá os pacientes encaminhados pelo Sistema de Regulação Estadual que, previamente, foram encaminhados pelas respectivas Secretarias Municipais de Saúde. “Nós não funcionaremos de ‘portas abertas’ como o Hospital Regional. Os atendimentos deverão ser regulados via Secretarias Municipais”, reitera a diretora. Segundo ela, nesta quinta-feira (06), haverá uma reunião com os secretários de saúde dos municípios da área abrangente do hospital para tirar dúvidas e esclarecer detalhes desta regulação.
Os pacientes que serão acolhidos no Hospital do Bem, mesmo com a regulação, deverão trazer no dia marcado de sua admissão um documento de identificação, o Cartão Nacional do SUS, a guia de encaminhamento médico, os exames complementares para estadiamento (resultados de ressonância, tomografia, USG e outros já realizados pelo paciente) e o resultado de biópsia. “Os serviços de uma unidade oncológica diferem do atendimento de um hospital de portas abertas, que é aquele que atende o paciente de urgência ou emergência, por isso, é necessário essa regulação”, afirma Liliane Sena.
O Hospital do Bem, que começou a funcionar nesta quarta-feira (05) com serviços de oncologia de média e alta complexidade, tem uma estimativa de atendimento de 650 cirurgias oncológicas e 5.300 procedimentos de quimioterapia/ano, direcionados para a população dos 68 municípios que compõem a 3ª e 4ª macrorregiões de saúde. O paciente receberá cartão de identificação contendo o nome e o número do prontuário único, no qual constam todos os atendimentos, contendo as informações completas do quadro clínico e sua evolução, todas devidamente escritas pelos profissionais de saúde envolvidos no atendimento.