
03/10/2026 às 11:50
As eleições de 2026 trazem uma dinâmica específica para a escolha dos representantes no Senado Federal.
Diferentemente de outros pleitos proporcionais, a disputa ao Senado é feita pelo sistema majoritário, o que exige que o eleitor vote obrigatoriamente duas vezes para o mesmo cargo e não permite o voto de legenda — aquele em que se digita apenas a numeração do partido.
Neste ano, dois terços da composição da Casa serão renovados, totalizando 54 das 81 cadeiras em disputa no país. Cada estado e o Distrito Federal escolherão dois senadores para mandatos de oito anos.
Na urna eletrônica, a votação ocorrerá em duas etapas distintas e os votos deverão ser destinados a candidatos diferentes. Caso o eleitor repita o número do mesmo candidato no segundo voto, a primeira indicação será computada, mas a segunda será automaticamente anulada.
Ao escolher um titular, o eleitor também elege a chapa composta por seus dois suplentes, que assumirão a vaga em eventuais licenças ou vacâncias do cargo. Os dois candidatos mais votados em cada unidade da Federação garantirão assento no Congresso Nacional sem a necessidade de quociente eleitoral ou segundo turno.
Fonte: Repórter PB
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