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Iniciativa

Pollyanna propõe criação de Unidade de Pronto Atendimento de Saúde Mental para ampliar assistência na Paraíba

A proposta faz parte das pautas que a candidata pretende levar para Brasília e busca fortalecer o atendimento em saúde mental, com uma estrutura específica para oferecer cuidado e encaminhamento adequado aos pacientes.

Da Redação Repórter PB

29/09/2026 às 11:40

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Imagem Pré-candidata a deputada federal pelo PP, Pollyanna Werton

Pré-candidata a deputada federal pelo PP, Pollyanna Werton ‧ Foto: Reprodução

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A candidata a deputada federal Pollyanna Werton (PP) propõe, caso eleita, a criação de uma Unidade de Pronto Atendimento de Saúde Mental na Paraíba.

A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte imediato a pessoas em situação de crise e ampliar o acesso ao cuidado especializado na rede pública.

A proposta faz parte das pautas que a candidata pretende levar para Brasília e busca fortalecer o atendimento em saúde mental, com uma estrutura específica para oferecer cuidado e encaminhamento adequado aos pacientes.

Pollyanna destaca que as demandas relacionadas à saúde mental precisam ser tratadas como uma questão de saúde pública e que muitas famílias ainda não sabem onde buscar atendimento diante de uma situação de crise. “A gente precisa parar de tratar saúde mental como se fosse uma coisa que pode esperar. Não pode. Quando uma pessoa está em crise, a família precisa saber para onde levar, precisa ter uma porta aberta. Por isso, eu quero propor a criação da Unidade de Pronto-Atendimento de Saúde Mental, um lugar para acolher, cuidar e encaminhar essa pessoa para o atendimento que ela precisa.”

Para a candidata, a unidade também deve funcionar de forma integrada com a rede de saúde, evitando que pacientes e familiares fiquem sem orientação depois do atendimento emergencial. “A gente não pode cuidar só da crise e mandar a pessoa para casa. Tem que ter continuidade. É acolher naquele momento, é ouvir, é cuidar e é dizer: agora você vai ser acompanhado. Eu quero levar essa proposta para Brasília porque saúde mental também é saúde, e quem está sofrendo precisa encontrar uma porta aberta, não mais uma porta fechada.”

Fonte: Repórter PB

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