
Damião Feliciano já tinha migrado da sigla para a União Brasil durante a janela partidária sobre o Comando de Efraim Filho na Paraíba.
A vice-governador, Lígia Feliciano, ainda permanece na legenda que tinha como Presidente, o filho, Renato Feliciano que já foi comunicado da decisão da Executiva Nacional.
Estava nos planos do PDT à pré-candidatura ao Governo do Estado de Vice-Governadora, Lígia para armar palanque para Ciro Gomes no Estado.
Neste caminho os Felicianos não seguiram a orientação da Nacional, e fizeram reunião, e conversas com partidos, a exemplo do PT para coligação na Paraíba, e não formataram para o PDT condições palmáveis para as eleições quer estadual, ou federal no Estado.
O próprio decano do partido, o Deputado Federal, Damião Feliciano abandonou o barco aproveitando a janela partidária para a União Brasil, facilitando então a dissolver da Direção Estadual, com a nomeação do Advogado, Marcos Ribeiro para a presidência estadual do PDT.