
Na impugnação, o promotor cita que a declaração de bens é imprescindíve para o registro da candidatura. O documento entregue por Romão não inclui nenhum bem, porém, o promotor ressalta a existência de uma casa. Ele cita que em agosto, durante entrevista em um programa de rádio local, o postulante afirmou que teve sua residência alvejada por tiros.
Esse ponto é ressaltado pelo promotor como indicativo de sonegação de informações.“Esta residência vem sendo alvo de grandes debates, em razão da disparidade do valor do patrimônio e seus rendimentos, à época que ocupava cargo de Secretário de Infraestrutura, na atual gestão, serem supostamente incompatíveis”, diz o promotor.
Ele alega, ainda, que o postulante vinha sonegando informações à Receita Federal. “ Há notícia de que o mesmo auferia renda superior a R$ 7.000,00 (sete mil reais) mensais e que tais rendimentos não foram informados à receita federal, o que configura o delito de sonegação de tributos, a ser apurado em procedimento próprio”, diz trecho da decisão. Com informações do blog de Suetoni Souto
eleição 2020
Candidato a Prefeito oculta bens, e tem registro impugnado pela Justiça Eleitoral na PB
Na impugnação, o promotor cita que a declaração de bens é imprescindíve para o registro da candidatura
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Repórter PB
05/10/2020 09:14
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