
Segundo relato da vítima sobrevivente, o suspeito manteve um relacionamento conjugal com ela por 12 anos. Do relacionamento tiveram dois filhos, sendo um com 9 anos e outro com 7 anos.
A vítima sobrevivente disse que sofria violência doméstica há muito tempo e que estava com 4 meses que estava separada do suspeito quando o crime aconteceu.
O casal residia em Riolândia, quando a vítima requereu a concessão de medidas protetivas de urgência que foram deferidas pela justiça do Estado de São Paulo.
Após a denúncia de violência doméstica formalizada no Estado de São Paulo, a vítima retornou para Paraíba no intuito de ficar longe do suspeito, mas ele veio no dia seguinte atrás dela.
Depois que chegou de São Paulo o suspeito vivia perseguindo e ameaçando de morte tanto a vítima quanto a família dela.
A motivação era ciúmes e a não aceitação do término do relacionamento.
Após o crime, o suspeito estava foragido da justiça paraibana, pois havia mandado de prisão em aberto, desde o cometimento do crime, como também continuava a perseguir a vítima sobrevivente, segundo próprio relato dela.
A Polícia Civil da Paraíba está organizando para recambiar o suspeito do Estado de São Paulo para responder pelos seus crimes no Estado onde ficará a disposição da justiça.