Em um decreto e uma portaria, o prefeito Bruno Cunha Lima demitiu mais de nove mil servidores da Prefeitura de Campina Grande. 

De acordo com o decreto 4.781, em seu artigo 5o, ficam exonerados, a partir de 29 de setembro, todos os ocupantes de cargos em comissão e funções gratificadas, integrantes da estrutura organizacional da Administração Direta e Indireta do Poder Executivo Municipal. 

A PMCG, antes das demissões, tinha 402 comissionados, de acordo com o Sagres do Tribunal de Contas do Estado.

O Deputado Estadual, o Campinense, Inácio Falcão, expediu Nota na sua rede social lamentando “lamento a falta de sensibilidade do atual gestor para com os servidores e ressalto que tudo isso é fruto de uma administração que não tem compromisso com os pais e familiares da cidade”.

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É isso mesmo, meus amigos. O inacreditável, infelizmente, aconteceu. A demissão em massa anunciada pela prefeitura de Campina Grande, publicada no semanário do município nesta sexta-feira (29), é de entristecer.

O comunicado oficial exonerando todos os prestadores de serviço, que atuam em todas as secretarias e órgãos do município, foi feito de maneira desrespeitosa.

Lamento a falta de sensibilidade do gestor atual com os servidores e ressalto que tudo isso é consequência de uma administração sem compromisso com os pais e mães de família da cidade.

Campina Grande hoje é administrada por um gestor que não olha pra os mais carentes, e mais uma vez deixa pais e mães de famílias desempregados. Eu me pergunto: De onde essas pessoas agora vão tirar o seu sustento?

Ressalto que o meu gabinete está à disposição para ajudar essas pessoas que perderam os seus empregos e que por parte do seu mandato não faltará luta nesse sentido.

Esse problema que aconteceu em Campina, apesar de ser uma decisão judicial, não pode ser deixado de lado. Pessoas empregadas, conquistando o pão de cada dia pra sua família, que de repente perdem seu emprego, e vão passar dificuldades pra se sustentar.

Nós vamos cobrar a obrigação da gestão municipal em dar uma assistência a essas pessoas, nem que seja algo temporário, até que essas pessoas tenham uma nova forma de ganhar a vida. Só temos a lamentar que nossa cidade hoje passe por essa situação tão vexatória.