A Deputada Estadual, Camila Toscano (PSDB) ver com grande preocupação a segurança existente na Assembleia Legislativa, após denúncia feita pela colega parlamentar, Danielle do Vale (Republicanos) que foi ameaçada de morte no dia Internacional da Mulher no interior da ALPB.

Camila ressalta que esse cuidado foi desperto por ela, desde o momento que houve a invasão da ALPB por parte de Polícias Militares que reivindicam aprovação de um projeto do interesse da categoria.

— Eu disse ao Presidente da ALPB que nós precisávamos para ontem de detectores de metais, precisamos de reconhecimentos das pessoas, não facial que demanda tempo, mas que seja feita  anotação de quem entra na ALPB, que mostre seu documento, disse.

Camila apenas corrige a sua fala para não haver má interpretação que ela não é contrário que as pessoas visitem, andem, falem com o seu deputado na Assembleia Legislativa que é a Casa do Povo Paraibano, mas que haja identificação para saber quem estar entrando e saindo, até mesmo para a segurança dos parlamentares que votam muitas das vezes projeto que contrariam muita gente.

— Temos que saber quem está entrando em nossos Gabinetes que são abertos, e têm que ser, não podemos admitir que as pessoas adentrem a Assembleia sem saber se as pessoas estão com alguma arma, faca, sem passarem em algum detector de metal. Então, o que Danielle falou só corrobora com aquilo que eu tinha dito: nós precisamos de reforçar a segurança da Assembleia, completou.

A parlamentar Guarabirense, relendo a denúncia de ameaças a Deputada Danielle do Vale, chamou atenção que só demostrada como a “segurança da Assembleia ela é falha”.

— Ele (Suspeito) se acha no direito de ir ao gabinete dele (Danielle), ameaçar uma assessoria dela. Danielle não se encontrava no Gabinete, e, imagine se ela estivesse, o que teria acontecido? Então é um ato falho de nossa segurança no geral, digo, do sistema da Assembleia, e nós precisamos rever isso, garantiu a Deputada Camila Toscano.

A parlamentar ao falar ao REPORTERPB disse que se encontra muita preocupada com a questão, e lembrou que em nenhum outro órgão, como, por exemplo, a Justiça se entrar se não passar por um detector de metal, ou se identificar.

— Nós precisamos que as pessoas sejam identificadas. Podem todo mundo entrar na ALPB, desde que haja uma identificação. Quem é você? Para onde você vai? Essa entrada na Assembleia tem que ser feita de forma de mais segurança, completou. 

 

Assista entrevista completa, mas antes Camila comenta sessão da CCJ