
“Enquanto a Paraíba enfrentava um dos ciclos históricos mais severos de seca, dizimando rebanhos e culturas, a apicultura seguia em expansão em seis microrregiões do Estado, inclusive onde a estiagem era mais aguda”, avaliou Júnior Araújo.
“A produção paraibana abastece o mercado local e dos vizinhos nordestinos com mel e xaropes fitoterápicos”, informou o deputado.
O conjunto de medidas estipuladas no projeto tem potencial, segundo Jr Araújo, para incrementar – ainda mais – a produtividade e expansão da apicultura paraibana.
“Historicamente, é uma atividade considerada exemplo de sustentabilidade, impulsionando a polinização de plantas nativas, resultando uma atividade com potencial para complementar a renda do produtor e até mesmo ser o principal empreendimento”, aposta Júnior Araújo, que complementa:
“Não por acaso, a produção de mel é uma atividade que vem crescendo na Paraíba, alcançando um tamanho e uma viabilidade que demanda ação do Governo do Estado para ir ainda mais longe”.
Somente nas microrregiões do Curimatau, Brejo e Seridó existem, atualmente, mais de 300 produtores em atividade.
Com a sanção da lei, políticas de divulgação da atividade, promoção de cursos para incentivar a formação de novos produtores e criação de cursos para otimizar a produção serão colocadas em prática.