“Vergonha”! É a expressão comum do povo paraibano ao comentar sobre o escândalo revelado sobre desvios de milhões de reais da boca dos velhinhos assistidos do Hospital Padre Zé pelo ex-diretor, Padre Egídio que vivia circulando entre mansões e Granjas de luxo, supostamente de sua propriedade, conforme as primeiras investigações. 

A vergonha da Cúria só cresce, à medida que avançam as averiguações. Nesta terça-feira (10), foi noticiado que o ex-diretor, Padre Egídio contraiu empréstimos junto aos Bancos: Santander, e Caixa Econômica que chegam ao patamar de R$ 12 milhões.

Em entrevista, o Bispo Diocesano da Paraíba, Dom Delson comentou que o descobrimento do patrimônio milionário do Padre Egídio “é choque, uma vergonha” para a comunidade católica cujo sacerdote, fez voto de “pobreza”.

O novo diretor do Hospital Padre Zé, diz que devido aos empréstimos da gestão anterior, eram descontados R$ 250 mil de uma verba do Sistema Único de Saúde (SUS), o que provocou um rombo que ultrapassa os R$ 3 milhões. Um escárnio para a imagem do sacerdote, Padre Egídio, afastado da função clerical, e da direção do Hospital que trabalha com pessoas carentes, e necessitadas.

As doações do Hospital Padre Zé vêm de emendas parlamentares de Deputados Federais, Senadores, Governos Estaduais, e Municipais, além do setor privado. 

A Operação do GAECO

A bomba explodiu após vendas ilegais de 100 celulares, cujos valores dos aparelhos, variavam entre R$ 2,5 mil a 7 mil doados pela Receita Federal, tendo como responsável do desvio de conduta em tese, o IT, Samuel Rodrigues, preso, ouvido, depois liberado. Esse foi o estopim da explosão.  

Em João Pessoa, a boca-a-boca é que outros “tubarões” ainda vão aparecer neste Mar de Lama Pobre nos próximos dias. Católicos rezam para que mais ninguém da santa cúria não suje as mãos deste sacrilégio.

É uma lástima!

Tenho Dito

Pereira Jr.