
Segundo informações das autoridades locais, a denúncia se baseou em um relatório elaborado por duas ex-monjas, que o acusaram de enviar mensagens de celular com tom desinibido ou ameaçador a seis de suas discípulas, para forçá-las a ter relações sexuais com ele.
Quatro das vítimas teriam aceitado ter relações sexuais com Xuecheng depois dele as convencer de que o sexo fazia parte de sua formação budista, segundo consta no relatório.
"Recebemos os elementos e o conteúdo descrito no relatório e começamos uma investigação e um trabalho de verificação destas informações" declararam nesta quinta-feira as autoridades estatais responsáveis pela investigação dos assuntos religiosos da China.
Segundo informações do jornal Global Times, as autoridades interrogaram Xuecheng, mas ele foi liberado logo em seguida. O monastério de Longquan desmentiu as acusações.
O mestre budista Xuecheng é chefe da Associação budista chinesa e membro da câmara consultiva do Parlamento chinês, é uma celebridade na china, onde é seguido por milhões de pessoas no Weibo, a rede social equivalente ao Twitter na China. Com informações do Notícias ao Minuto.