
A iniciativa judicial surgiu de uma denúncia de deputados que relataram envolvimento de autoridades da cidade de Lyon na corrida presidencial de Macron.
O município teria oferecido "meios e recursos humanos" ao partido do atual mandatário, chamado "A República em Marcha".
Um dos principais fatos contestados é um banquete organizado em 2 de junho de 2016 na Prefeitura de Lyon, quando Macron se reuniu com o atual ministro do Interior francês e ex-prefeito, Gérard Collomb.
"Não há nada de novo nessas acusações. As autoridades já deram explicações detalhadas sobre isso diversas vezes", explicou Collomb.
O mandatário francês poderá responder por apropriação indevida, desvio de fundos públicos e financiamento ilícito. Com informações da ANSA.