
Caso a opção por Ostia se confirme, não será a primeira vez: em 1958, o papa Paulo VI também celebrou a procissão de Corpus Christi no distrito romano, que nos últimos meses foi presença frequente nas manchetes dos jornais por causa da criminalidade.
Ostia teve sua administração dissolvida pelo governo italiano por causa da infiltração da máfia no poder público. Nas eleições, realizadas em novembro passado, um candidato neofascista a presidente do distrito teve quase 10% dos votos.
O postulante, Luca Marsella, do movimento CasaPound, teve apoio explícito de Roberto Spada, preso por agredir uma equipe da emissora "Rai" e irmão de um homem condenado por extorsão com método mafioso. Além disso, uma repórter do jornal "la Repubblica", Federica Angeli, vive sob escolta há vários anos por causa de suas denúncias contra o clã Spada. Com informações da Ansa.