
Hoje, o governo venezuelano exigiu às autoridades que investiguem a hipótese crime político como a principal causa do assassinato do constituinte de 31 anos.
"Exigimos a mais profunda das investigações e que tomemos como "atiramento político" como principal responsabilidade deste assassinato", disse Jorge Rodríguez, ministro de Comunicação, à uma emissora estatal.
Para o ministro, a morte de Lucena se assemelha a de outros dirigentes oficiais, como o assassinato do deputado Robert Serra, morto a facadas em sua residência em 2014.
A Assembleia Constituinte não é reconhecida pela oposição do país, que acusa o presidente Nicolás Maduro de fazer a instituição do órgão apenas para ter poder também sobre o Legislativo, já que todos os deputados são pró-governo.
Para os opositores - e para a comunidade internacional - é a Assembleia Nacional, eleita no fim de 2015, quem, de fato, representa o desejo dos eleitores. Nesta Casa, três quartos dos deputados são da oposição. Com informações da ANSA.