
19/10/2026 às 08:45
A erradicação de moradias precárias como medida direta de prevenção à Doença de Chagas segue no centro dos debates sobre infraestrutura e saúde pública no interior da Paraíba.
A presença de casas de taipa, caracterizadas por paredes com frestas e estrutura artesanal, é apontada por especialistas como um dos fatores que favorecem o abrigo do inseto triatomíneo, popularmente conhecido como barbeiro, vetor transmissor do Trypanosoma cruzi.
Em manifestação recente sobre o tema, o deputado federal Wellington Roberto destacou que a garantia de habitação digna é indissociável da promoção da saúde e qualidade de vida da população sertaneja.
Segundo o parlamentar, a destinação de investimentos para a substituição de moradias de taipa por construções de alvenaria atua como uma barreira física fundamental contra a proliferação da doença, assegurando mais dignidade e segurança sanitária às famílias da zona rural e de comunidades vulneráveis do estado.
O direcionamento de recursos públicos para programas habitacionais com foco na área de saúde tem como objetivo neutralizar os focos de contaminação e reduzir a incidência de Doença de Chagas no semiárido paraibano, unindo melhorias urbanísticas a estratégias preventivas de vigilância epidemiológica.
Fonte: Repórter PB
Para ler no celular, basta apontar a câmera