A novela que se estendeu por mais tempo do que nos anos anteriores, desta vez teve final feliz, e no momento certo.

Desde a disputa da segunda divisão estadual, praticamente todos os estádios da Paraíba estavam vetados para a realização de partidas oficiais, com exceção do Carneirão, em Cruz do Espírito Santo, e da Toca do Papão, em Sapé. Por isso, tanto na segunda quanto terceira divisão, alguns jogos foram disputados em Recife e Serra Negra, a última cidade fica no Rio Grande do Norte.

Já para a elite do Campeonato Paraibano, desde a semana passada havia sinalização da liberação de algumas praças esportivas, situação que foi reforçada ao Voz da Torcida por Zezinho Botafogo, ex-Secretário da Sejel, no início desta semana.

E nesta terça-feira (03), o Ministério Público recebeu os laudos que faltavam, além do plano de ação elaborado pela Federação Paraibana de Futebol para, com restrições, liberar os estádios para que o Paraibano de 2023 comece, de fato, no próximo sábado (07), como consta na tabela da competição.

Entre as orientações para poder utilizar os locais, no estádio José Cavalcanti, em Patos, apenas a torcida do Nacional poderá comparecer aos jogos. No Almeidão, em João Pessoa, o limite de público será de 8 mil pessoas, enquanto no Amigão, em Campina Grande, será permitida a entrada de pouco mais de 7300 torcedores.

Ainda a resolver, a situação do estádio Marizão, em Sousa, será definida após nova visita feita pelo Ministério Público, juntamente com os órgãos de segurança. De acordo com Zezinho Botafogo, Aldeone Abrantes, presidente do Sousa, o local atendeu aos pedidos feitos por Valberto Lira e não deve haver problemas para sua utilização.