
Participaram do encontro a diretora de Programas de Bolsas e Ações da Capes, Zena Martins, o coordenador de Programas Especiais, Júlio César Piffero, e a coordenadora geral de Programas Estratégicos, Priscilla Lelis. Após a reunião, a SEECT vai elaborar uma minuta para análise da Capes com a ampliação do termo. Já existe um termo entre a Capes e a Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba (Fapesq) que visa bolsa de mestrado e doutorado para professores.
Segundo Cláudio Furtado, a Capes tem um entendimento semelhante ao da Paraíba de que esses programas devem ser voltados para os arranjos produtivos locais e esse é o objetivo de aumentar a abrangência do Gira Mundo Professor. O secretário Aléssio Trindade explica que “o Gira Mundo Professor que já fazemos com a Finlândia e Israel não é um intercâmbio apenas ou uma experiência muito boa em outro país, mas é trazer o aprendizado da educação do país para trazer inovações para a Paraíba. Quando os professores voltam, eles têm seis meses para apresentar o desenvolvimento de um projeto aplicado, na sua região e nas suas escolas”, falou.