A taxa de desocupação (11,8%) no trimestre móvel encerrado em setembro de 2019, variou -0,3 ponto percentual (p.p.) em relação ao trimestre de abril a junho de 2019 (12,0%) e apresentou estabilidade na comparação com o mesmo trimestre de 2018 (11,9%).
A população desocupada (12,5 milhões de pessoas) recuou (-2,0%, ou menos 251 mil pessoas) frente ao trimestre de abril a junho de 2019 (12,8 milhões de pessoas) e ficou estatisticamente estável frente a igual trimestre de 2018 (12,5 milhões de pessoas).
| Indicador/Período | Jul-Ago-Set 2019 | Abr-Mai-Jun 2019 | Jul-Ago-Set 2018 |
|---|---|---|---|
| Taxa de desocupação | 11,8% | 12,0% | 11,9% |
| Taxa de subutilização | 24,0% | 24,8% | 24,1% |
| Rendimento real habitual | R$2.298 | R$2.297 | R$2.295 |
| Variação do rendimento real habitual em relação a: | 0,1% (estabilidade) | 0,1% (estabilidade) | |
A população ocupada (93,8 milhões) cresceu em ambas as comparações: 0,5% (mais 459 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e 1,6% (mais 1,5 milhão de pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2018 (92,3 milhões).
A população fora da força de trabalho (64,8 milhões de pessoas) permaneceu estável em ambas as comparações.
A taxa composta de subutilização da força de trabalho (24,0%) variou -0,8 p.p. em relação ao trimestre móvel anterior (24,8%) e não variou em relação ao mesmo trimestre móvel de 2018 (24,1%).
A população subutilizada (27,5 milhões de pessoas) recuou (-3,4%, ou menos 952 mil pessoas), frente ao trimestre móvel anterior (28,4 milhões de pessoas) e ficou estatisticamente estável frente ao mesmo trimestre de 2018 (27,2 milhões de pessoas).
A população desalentada (4,7 milhões) recuou (-3,6%, ou menos 174 mil pessoas) em relação ao trimestre móvel anterior e ficou estável frente ao mesmo trimestre de 2018 (4,7 milhões). O percentual de desalentados em relação à população na força de trabalho ou desalentada (4,2%) variou -0,2 p.p em relação ao trimestre anterior (4,4%) e ficou estatisticamente estável frente ao mesmo trimestre de 2018 (4,3%).
O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (exclusive trabalhadores domésticos) chegou a 33,1 milhões, com estabilidade em ambas as comparações. A categoria dos empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado (11,8 milhões de pessoas) foi recorde na série histórica e cresceu nas duas comparações: 2,9% (ou mais 338 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e 3,4% (mais 384 mil pessoas) frente ao mesmo trimestre de 2018.
A categoria dos trabalhadores por conta própria chegou a 24,4 milhões de pessoas, novo recorde na série histórica, crescendo 1,2% (mais 293 mil pessoas) frente ao trimestre anterior e 4,3% (mais 1,0 milhão de pessoas) em relação ao mesmo período de 2018.
O rendimento médio real habitual (R$ 2.298) no trimestre móvel terminado em setembro de 2019 ficou estável em ambas as comparações, assim como a massa de rendimento real habitual (R$ 210,4 bilhões) do mesmo período.
Taxa de Desocupação - Brasil - 2012/2019

O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi estimado em 54,8%, permanecendo estável em relação ao trimestre de abril a junho de 2019 (54,6%) e variando 0,4 p.p. em relação a igual trimestre de 2018 (54,4%).
A força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas), estimada em 106,3 milhões de pessoas, ficou estável em relação ao trimestre móvel anterior e cresceu 1,5% (mais 1,5 milhão de pessoas) frente ao mesmo trimestre de 2018.
A força de trabalho potencial (7,9 milhões de pessoas) caiu (-4,7%, ou menos 389 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e ficou estável frente a igual trimestre de 2018.
O contingente fora da força de trabalho, no trimestre de julho a setembro de 2019, foi estimado em 64,8 milhões de pessoas e ficou estável em ambas as comparações.
O número de subocupados por insuficiência de horas trabalhadas (7,0 milhões) caiu (-4,2%, ou menos 311 mil pessoas) frente ao trimestre móvel anterior e cresceu 3,4% (ou mais 231 mil pessoas subocupadas) em relação ao mesmo trimestre de 2018.
As categorias dos empregadores (4,4 milhões de pessoas) e dos trabalhadores domésticos (6,3 milhões de pessoas) ficaram estáveis em ambas as comparações.
O grupo dos empregados no setor público (inclusive servidores estatutários e militares), foi estimado em 11,7 milhões de pessoas e também não teve variações estatisticamente significativas nas duas comparações.
Taxa Composta de subutilização - trimestres de julho a setembro - 2012/2019 Brasil (%)

Em relação ao trimestre móvel anterior, a ocupação cresceu em um grupamento de atividade: Construção (3,8%, ou mais 254 mil pessoas). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.
Na comparação com o mesmo trimestre móvel de 2018, houve aumento da ocupação em dois grupamentos de atividade: Transporte, armazenagem e correio (6,1%, ou mais 279 mil pessoas) e Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (4,0%, ou mais 404 mil pessoas). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.
O rendimento médio real habitualmente recebido no trabalho principal de todos os grupamentos de atividade ficou estável em ambas as comparações.
IBGE