
A Seap informou que foi montado um gabinete de crise, com a participação da Secretaria de Administração Penitenciária, da Superintendência de Segurança, da Corregedoria, da Subsecretaria de Gestão Operacional, da Superintendência de Inteligência, além da coordenação de área e direção da unidade, que determinou as medidas para controlar a rebelião.
Segundo a secretaria, os detentos se amotinaram na área técnica do presídio, fora das galerias onde ficam as celas. A Polícia Militar foi destacada para fazer a segurança do entorno e o espaço aéreo nas proximidades do complexo prisional foi bloqueado, por medida de segurança, mas foi liberado após o término do motim.
Com o Agência Brasil.