
Santana atribuiu os crimes a facções que atuam no Estado, incomodadas com ações recentes do governo local. A suspeita da Polícia Civil é de que os atos seriam represálias à instalação de novos bloqueadores de celular nos presídios cearenses.
O governador também criticou o governo federal, que demorou dois anos para “abrir os olhos para o problema”. “Desde 2016, eu venho cobrando ajuda”, afirmou o petista.
Até o momento, seis pessoas foram presas suspeitas de participação nos crimes, de acordo com informações da revista Veja.