
De acordo com informações, 45 mandados de prisão temporária estão sendo cumpridos em João Pessoa, no Recife (PE), em Valparaíso (GO), na Cidade Ocidental (GO) e no Distrito Federal.
Segundo as investigações, o chefe da quadrilha, o auditor fiscal Pedro Jorge Brasil, tinha o apoio de um analista de sistemas, que inseria no sistema do DFTrans as empresas inexistentes, e com o de outros funcionários do DFTrans, que atualizava senhas de acesso.
O grupo descarregava os créditos dos cartões de vale-transporte nos validadores de transportes que faziam trajetos de forma sequencial e em linhas diferentes. A última parte da quadrilha, que transformava créditos fictícios em dinheiro em espécie, tinha pessoas físicas e jurídicas prestadoras do serviço de transporte público.