
03/10/2026 às 11:30
Não muito tempo atrás, ainda era possível descrever o dia da eleição como festivo. Não que não houvesse divergências entre as pessoas, mas elas eram vistas mais como escolhas distintas do que como ameaça existencial. Estava implícito que quem perdesse aceitaria o resultado, parabenizaria o vencedor, e iria para a oposição. Ainda celebrávamos a retomada do direito de escolher nossos dirigentes depois de um hiato de mais de 20 anos imposto pela ditadura militar.Leia mais (10/03/2026 - 11h30)
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