
28/11/2025 às 19:26
As inundações no Sudeste Asiático já deixaram mais de 320 mortos. Elas são resultado de chuvas torrenciais provocadas por ciclones que atingiram grandes partes de Indonésia, Malásia e Tailândia. Autoridades dos países seguem trabalhando para resgatar moradores isolados e restabelecer a energia elétrica e os serviços de comunicação. Muitas pessoas continuam desaparecidas, já que a falta de luz e os danos à infraestrutura dificultam o deslocamento das equipes de busca. Com a água baixando, começaram os esforços de recuperação das áreas atingidas. Das mais de 320 vítimas das enchentes, a maioria morreu na Tailândia. Outras dezenas de pessoas morreram por causa de um ciclone no Sri Lanka, país insular do sul da Ásia.

Em Hong Kong, mais pessoas foram presas por ligação com o incêndio que destruiu um complexo de apartamentos no distrito de Tai Po. Pelo menos 128 pessoas morreram e cerca de 200 estão desaparecidas. Entre os oito presos, estão dois diretores da empreiteira responsável pela reforma no condomínio e um consultor de engenharia. Eles podem responder por homicídio culposo por usar materiais inseguros, incluindo placas de espuma inflamáveis bloqueando as janelas.
Os Estados Unidos aumentarão as acusações contra o afegão que atirou contra dois integrantes da Guarda Nacional em Washington, perto da Casa Branca. Ontem (27), a soldada Sarah Beckstrom morreu após não resistir aos ferimentos. A investigação trata o ataque como um ato terrorista. Depois de suspender solicitações de imigração do Afeganistão, hoje (28), o presidente Donald Trump disse que vai barrar imigrantes de todos os países do Terceiro Mundo. A ONU pediu que os Estados Unidos continuem permitindo o acesso de solicitantes de asilo ao país.
As Nações Unidas criticaram Israel hoje pelo assassinato de dois palestinos aparentemente rendidos no território palestino da Cisjordânia. A ONU diz estar horrorizada com o que chamou de assassinato descarado. Imagens divulgadas ontem mostram militares israelenses atirando nos homens desarmados e com as mãos para o alto. O exército de Israel afirmou que eles eram procurados por acusações de atividades terroristas. Israel exerce controle militar sobre a Cisjordânia.
*Com informações da agência Reuters
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