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Evangélica, atriz Heloísa Perissé revela que construiu uma igreja em sua casa: “Chamo de Céuzinho”

Destacando que a fé é algo que ela carrega consigo, a atriz contou como adequou uma área da casa para a realização de cultos domésticos

A atriz Heloísa Perissé é evangélica e costuma fazer declarações sobre sua fé com certa frequência em entrevistas concedidas a programas de variedades ou jornais e revistas. Recentemente, ela contou que separou uma área de sua casa para fazer uma “igreja”, um local que ela chama de “Céuzinho”.

Destacando que a fé é algo que ela carrega consigo, a atriz contou como adequou uma área da casa para a realização de cultos domésticos, com a presença de amigos e do pastor de sua congregação.

“[Domingo] é dia de curtir a família, ver série, mas também de orar. Sou presbiteriana, religião é importante para mim, e fiz uma igreja na minha casa, na Gávea. É uma parte da casa que, há um ano, transformei em local de oração. Eu chamo de Céuzinho. Tem carpete branco, cadeiras brancas, púlpito, quadro com fotos das pessoas que vêm e os pedidos que elas fazem”, afirmou Heloísa Perissé, em entrevista ao jornal O Globo.

As reuniões com os irmãos na fé acontecem, segundo a atriz, “toda terça-feira, às 20h”, com a presença do pastor Aloísio Bacelar, da Igreja Presbiteriana da Barra. “E toda primeira terça-feira do mês a gente faz uma ceia”, acrescentou.

Heloísa Perissé admite que no começo, se sentia um pouco retraída nesses cultos domésticos: “Aos poucos, eu vou pregando (risos). Já fui mais reservada, hoje falo mais. Meu marido (o diretor Mauro Farias) brinca: ‘Você fez uma igreja em casa para converter as pessoas e não converteu nem a mim!’ Mas esta não é nem nunca foi minha intenção. Quem converte é o Espírito Santo”, pontuou.

Na entrevista, a atriz comentou as polêmicas mais recentes envolvendo arte e o público conservador: “Eu fico bem nessa faixa de Gaza… Ao mesmo tempo que sou atriz, tenho meu lado de quem vai à igreja. Na hora em que um lado conhece o outro, a comunicação flui. Tento fazer essa ponte entre arte e religião. Nosso papel como ser humano, digo sempre para minhas filhas, é pegar merda e fazer adubo. Material não falta!”, encerrou, às gargalhadas.


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