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Dirigentes sindicais de todo o País participaram em Campina de oficinas sobre saneamento básico

Iniciado na segunda-feira (17), num local de eventos no sítio Lucas (Day Camp), foi encerrado na tarde desta quinta-feira, 20

Iniciado na segunda-feira (17), num local de eventos no sítio Lucas (Day Camp), foi encerrado na tarde desta quinta-feira, 20, um Seminário promovido pela Federação Nacional dos Urbanitários (FNU), com apoio do Sindicato dos Urbanitários de Campina Grande, que tem por objetivo discutir amplamente as políticas de saneamento básico no Brasil, notadamente após as reais possibilidades de privatização/municipalização dos serviços de água e esgoto em várias regiões brasileiras.

O ministrador das oficinas foi o Professor especial da Universidade Federal da Bahia, Luiz Roberto Santos, com especialidade em Saneamento.

Segundo ele, as pessoas, de um modo geral, acham que saneamento está associado apenas à rede de esgoto: “E não é tão somente isso. É bem mais amplo. É a atividade relacionada ao abastecimento de água potável, o manejo de água pluvial, a coleta e tratamento de esgoto, a limpeza urbana, o manejo de resíduos sólidos e o controle de pragas e qualquer tipo de agente patogênico, visando à saúde das comunidades”.

Além de diretores do Stiupb, participaram das oficinas, dirigentes dos Sindicatos da Bahia, Pará, Pernambuco, Amapá, Rondônia, Acre, Espírito Santo, Maranhão e Roraima.

O presidente do Sindicato do Stiupb, Wilton Maia Velez, afirmou que o objetivo das oficinas foi capacitar os dirigentes sindicais na concepção do controle social em torno do saneamento básico, “compreendendo que o acesso à água e esgotamento, é um direito social e que deve estar sob o controle do poder público, com a participação popular”.

Nos quatro dias do seminário, os participantes rechaçaram as propostas de privatização ou municipalização dos serviços de saneamento: “Não se pode tratar desse tema pensando em construir patrimônio financeiro; as companhias têm experiência e sabem como lidar com isso. Seria fatal permitir tamanho absurdo. Os exemplos pelo mundo mostram que esse modelo não deu certo”, declarou Wilton Maia.


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